ORIENTADOR LITERÁRIO

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VESTÍGIOS DE CIVILIZAÇÕES HUMANAS EXTINTAS?

 

           Em 2025, uma varredura inovadora sob a Pirâmide de Kéfren revelou um complexo subterrâneo surpreendente. Cinco estruturas em níveis múltiplos, oito poços cilíndricos de 648 metros de profundidade e duas imensas câmaras cúbicas se estendem por 2 km abaixo do Planalto de Gizé.

Usando tomografia avançada com Radar de Abertura Sintética (SAR), pesquisadores das universidades de Pisa e Strathclyde desafiam o que sabíamos sobre as pirâmides. Teorias emergentes sugerem que essas formações podem ser vestígios de uma civilização ancestral avançada – ou até parte de uma rede energética perdida, ecoando as especulações de Nikola Tesla.

Será que as Grandes Pirâmides eram muito mais do que simples tumbas? O que mais poderá estar oculto sob as areias do Egito?

Luciano Villar


CIVILIZAÇÕES TERRÁQUEAS AVANÇADAS PODEM TER EXISTIDO HÁ MILHÕES DE ANOS?

Supõe-se que nosso planeta tem 4,54 BILHÕES de anos.

Teorias nos contam que a vida surgiu há 600 Milhões de anos.

 Se assumirmos que cada ciclo civilizacional tecnologicamente avançado poderia durar 10 mil anos — aproximadamente o tempo da civilização humana atual — e que cada ciclo fosse seguido por um colapso e um período de recuperação de 50 mil anos, poderíamos teorizar sobre 33 ciclos em um período de 2 milhões de anos.

 Essa especulação é baseada na suposição de que:

 - Civilizações podem emergir rapidamente (em termos geológicos) com o desenvolvimento de tecnologias.

 - Colapsos podem ser causados por desastres naturais, guerras ou outras catástrofes.

 - O registro geológico dessas civilizações seria altamente efêmera.

 Embora não existam evidências científicas que comprovem a existência de civilizações tecnologicamente avançadas há milhões de anos, a ideia provoca reflexões profundas sobre nossa compreensão limitada do passado remoto. O tempo geológico é vasto, e o curto período da existência humana sugere que civilizações poderiam ter surgido e desaparecido sem deixar rastros perceptíveis pelo nosso atual estágio tecnológico. Especulações como essas desafiam a imaginação e ressaltam a fragilidade da nossa própria presença no planeta.

 Levando em conta o Paradoxo de Fermi sobre a possibilidade da existência de vida interestelar, arrisco a dizer que a possibilidade da vida recrudescer aonde já exista é milhões de vezes maior do que do fenômeno de surgimento dela. Daí a viabilidade, graças a sua resiliência intrínseca, da vida conseguir se restabelecer, mesmo depois de quase extinta, não se torna tão absurda quanto possa parecer a princípio.

Luciano Villar